A diária é vendida. A margem é outra conversa.
A Levaggio investiga hotéis com operação já estabelecida e estrutura a captura do que escapa entre a diária vendida e o que sobra dela. É um método de diagnóstico — não é software, não é dashboard, não é mais uma assinatura mensal.
Entendemos como a receita entra antes de propor qualquer coisa.
Estruturamos a captura, começando pelo maior ponto de escape.
O que foi capturado precisa continuar capturado, mês a mês.
Frases que a gente ouve em quase todo hotel.
Nenhuma delas é reclamação vazia. Cada uma é um sintoma com um número atrás — e é quase sempre um número que ninguém calculou.
O hóspede entra pela Booking e volta pela Booking.
Custo de canalMeu site não vende nada.
Canal diretoO restaurante não se paga.
Captura de A&BDe maio a agosto é um breu.
Vale de sazonalidadeO salão fica fechado o ano inteiro.
Ativo ociosoQuem cuida de tarifa aqui sou eu mesmo.
Tempo do dono
Saber que existe não é o mesmo que saber o tamanho.
Quase todo hoteleiro sabe apontar onde a operação range. Poucos conseguem dizer, em reais, quanto custa uma diária vendida pela OTA comparada com uma vendida no próprio site, depois de tudo — ou que percentual do hóspede in-house janta no restaurante que já está pago e montado.
Decisão tomada com noção e decisão tomada com número dão resultados diferentes. A distância entre as duas costuma ser exatamente onde está o dinheiro.
RevPAR Líquido™
Você já reporta RevPAR todo mês. O método pega essa métrica que você conhece de cor e subtrai o que ela não subtrai: o custo real de cada canal, o custo variável do quarto ocupado e a receita que passou ao lado sem ser capturada.
Reconstruímos como a receita entra: canais, tarifas, restrições, ocupação real e o que acontece com quem busca e não compra. Nada de questionário — a gente olha o dado que já existe.
Separamos evidência de hipótese e colocamos os pontos de escape em ordem de tamanho — com o número de cada um, tirado do seu dado, não do nosso palpite. O que não dá para provar fica marcado como hipótese.
Estruturamos a captura do que foi encontrado, começando pelo maior. Trabalhamos com o PMS, o motor e o channel manager que você já tem sempre que eles servem — troca de sistema raramente é o que estava causando o problema.
O que foi capturado precisa continuar capturado. Medimos, mantemos e devolvemos a leitura em linguagem de dono — GOPPAR e margem, não só ocupação.
Quatro regras que valem antes de qualquer proposta.
Não são valores de parede. São as regras que decidem o que entra num relatório nosso e o que fica de fora.
Número só sai do seu dado.
Dá para achar sinais de fora — tarifa pública, motor de reserva, canal. Sinal de fora é hipótese, e a gente diz que é. Tamanho de vazamento só sai do dado interno; antes disso, qualquer cifra seria invenção.
Independência de fornecedor.
Não somos revenda de PMS, de channel manager nem de motor de reserva, e não recebemos comissão de nenhum. Se a resposta for ajustar o que você já usa, é isso que a gente vai dizer.
Evidência separada de hipótese.
Todo achado sai marcado: o que foi verificado, o que é leitura nossa e o que ainda falta saber. Você nunca recebe uma opinião vestida de fato.
Margem, não atividade.
O entregável não é volume de trabalho nem quantidade de reunião. É o que sobrou por quarto-noite, em ordem de tamanho, com o caminho de captura de cada ponto.
Nem todo hotel precisa disso.
Se você já sabe, em reais, quanto custa um quarto-noite vendido em cada canal depois de tudo; que percentual do seu in-house consome A&B; e quantas horas de governança você gasta por quarto ocupado no mês cheio e no mês vazio — você já tem o que a gente iria construir, e a gente vai te dizer isso na cara em vez de vender.
Também não é para hotel em modo sobrevivência. Achar o vazamento não adianta se não houver caixa e equipe para capturar o que foi encontrado.
O que costumam perguntar antes de marcar.
Isso não é a mesma coisa que consultoria de revenue?
Não. Consultoria de revenue trabalha ocupação, diária média, pace e mix de canal — e provavelmente faz isso melhor do que nós faríamos. O que a gente olha é o que sobra por quarto-noite depois do custo real de cada canal, a taxa de captura do restaurante sobre o hóspede que você já pagou para trazer, e como o custo de operação varia entre o mês cheio e o vazio. São contas diferentes, e cada uma tem um dono diferente dentro do hotel — o que costuma significar que ninguém é dono da conta inteira.
Quem já usou? Vocês têm case?
A Levaggio é nova e ainda não tem case publicado. Preferimos dizer isso do que enfeitar: nenhum número deste site vem de cliente atendido. O que sustenta a conversa é o método e o que a gente consegue mostrar sobre a sua operação já na primeira reunião, olhando de fora. Quando houver case, ele aparece aqui com nome e permissão.
Vocês atendem fora da Serra e do Vale dos Sinos?
Sim. A base é Igrejinha/RS e a maior parte do trabalho acontece por perto, mas o método não exige presença: diagnóstico, apresentação e acompanhamento funcionam por vídeo. Se você não se importa com o formato remoto, a distância não é problema.
Vocês vão querer trocar meus sistemas?
Por padrão, não. Preferimos trabalhar com o PMS, o motor e o channel manager que já guardam o seu dado. Troca de sistema é cara, demorada e raramente é o que estava causando o problema.
Vocês são uma empresa de inteligência artificial?
Não. Usamos IA na coleta, no cruzamento de dado e na geração de hipótese, do mesmo jeito que usamos planilha e telefone. Ela é ferramenta de trabalho, não é o que a gente vende. O que a gente vende é resultado econômico.
Vocês vão sugerir cortar pessoal?
Não é o objetivo e quase nunca é a resposta. A maior parte do que a gente encontra está em preço, canal e receita não capturada — não em folha. Em hotelaria, cortar gente costuma custar mais em experiência do hóspede do que economiza em custo.
Quanto custa?
Depende do escopo: número de propriedades, o que já existe de dado organizado e o que se pretende implementar depois. O preço nunca sai de horas trabalhadas — sai do valor que está em jogo. Numa primeira conversa a gente ainda não sabe o suficiente para falar em número, e falar seria chute.
Como começa?
Com uma conversa de vinte minutos, sem apresentação de slides. Você conta como a receita entra hoje, a gente mostra o que encontrou olhando de fora, e no fim dela dá para saber se faz sentido continuar.
Vinte minutos, sem slide.
Traga como a receita entra hoje — os canais, a tarifa, o que te incomoda. Se no fim da conversa não houver nada que valha a pena investigar, a gente diz isso e não insiste.
P.S. Se você já tem, em reais, o custo de um quarto-noite por canal depois de tudo — me diga isso na conversa. Eu não vou tentar te vender nada, e vou te pedir uma indicação.
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